sexta-feira, 9 de março de 2012

(resenha/filme)
Avatar

Hoje vim fazer aquela resenha básica de cada dia. O filme sobre o qual irei comentar é Avatar (o das pessoas azuis mesmo, não aquele do desenho do ar).
Eu preciso elucidar-vos de que quando eu assisti este filme pela primeira vez foi no cinema. Ou seja, já podem ter uma noção de como foi minha reação ao ver todos aqueles efeitos maravilhosos e aquele mundo incrivelmente deslumbrante em uma tela gigante. Pessoal, o que são aqueles efeitos? Eu completamente me apaixonei por Pandora (o mundo alienígena). Lá a natureza literalmente brilha à noite. Cada coisa que é tocada se ilumina. E tem também toda a história espiritual do local, que é responsável por nos arrancar algumas lágrimas em diversos momentos do longa. Mas já estou pulando algumas partes. Comecemos pelo início (redundante, não é mesmo?).
A história se passa no futuro, em um planeta chamado Pandora. Este outro mundo trás condições biológicas muito parecidas com as da Terra, mas tem como povo a raça humanoide Na'vi, seres gigantes e azuis. O ser humano, com a sua ganância de sempre (que novidade), já está há tempos explorando o planeta Pandora. Já tentaram diversas formas de comunicação, de contato, mas não tem jeito, o povo simplesmente não gosta da nossa raça, e não a aceita em seu mundo. 
O principal objetivo de o ser humano estar explorando o planeta dos Na'vi é que lá encontra-se um minério muito valioso, exclusivo de Pandora. Portanto há o interesse em explorar as terras para extrair esta riqueza natural. O problema surge quando o local que possui maior concentração deste minério, é também uma das aldeias do povo. Como, então, retirar os seres dali para extrair o precioso metal? É aí que entram os avatares. 
O ser humano criou uma forma de fazer com que a mente humana fosse transportada para o corpo de uma réplica Na'vi, para que desta forma nossa raça pudesse manter contato com a raça alienígena com uma menor hostilidade da parte deles. Estes avatares, como são chamadas as imitações de Na'vi comandados por humanos, precisam convencer o povo azul a sair de suas terras pacificamente, liberando passagem para a exploração. É então que surge a figura de Jake Sully (Sam Worthington).
O soldado americano, que ficou paraplégico após um combate na Terra, é chamado para o programa Avatar, no intuito de substituir seu irmão gêmeo que estava designado para o projeto, mas que acabou falecendo. Então Jake é levado para Pandora e acaba entrando no mundo fantástico e deslumbrante que é aquela terra. Como um Na'vi ele acaba conhecendo o povo, a natureza, as histórias e crenças, e por fim sente-se completamente ligado àqueles seres e àquela vida. No corpo avatar, Jake tem controle total sobre suas pernas, o que lhe é privado na forma humana devido ao seu problema físico. Isto faz com que Jake deseje cada vez mais ser um Na'vi. Mas seus interesses de proteger e cuidar daquele planeta acabam indo contra os interesses do exército e dos líderes da colonização, o que faz com que uma guerra pelo domínio de Pandora comece. 
Como eu comentei no início, o filme é belíssimo no quesito efeitos. Tudo foi perfeitamente pensado e trabalhado de uma forma tão harmoniosa que acabamos por nos perguntar: Por que ainda não fui visitar Pandora? Mas não são apenas as cenas lindas e extraordinárias que levam o crédito pela boa aceitação pelo público. A história em si também é muito boa, mesmo não sendo de uma originalidade ímpar. Tem todo um lance de espiritualidade, fé, religião, sinergia anímica, e essas coisas. Nos sentimos realmente ligados àquela terra e conseguimos absorver a energia que flui daquele local, o que nos deixa completamente cativados por Pandora. Eu me emocionei em diversos momentos do filme, porque foram realmente belos e tocantes.
Avatar é um espetáculo que deve ser conferido por todos aqueles que tiverem a oportunidade. É um mundo que não deve ficar escondido do nosso mundo.














2 comentários:

  1. Bela resenha Bruna.

    Gostei de Avatar mais do que pensei que gostaria. Mas é filme para se assistir no cinema. No IMAX de preferência.

    Abraço.

    ResponderExcluir

Compartilhe suas frescuras :D